Sejam bem-vindos!!!

Criaturas pensantes,
Este Blog é nosso! Fiquem à vontade para escrever, comentar, dar palpites e principalmente fuçar!
Beijosss da Pro
Mostrando postagens com marcador textos narrativos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador textos narrativos. Mostrar todas as postagens

No discurso indireto não há diálogo, o narrador não põe as personagens a falar diretamente, mas faz-se o intérprete delas, transmitindo ao leitor o que disseram ou pensaram. Exemplo:


"A certo ponto da conversação, Glória me disse que desejava muito conhecer Carlota e perguntou por que não a levei comigo."

Fonte: http://www.algosobre.com.br/redacao/discurso-direto-e-indireto.html

O discurso é direto quando são as personagens que falam. O narrador, interrompendo a narrativa, põe-nas em cena e cede-lhes a palavra. Exemplo:


"- Por que veio tão tarde? perguntou-lhe Sofia, logo que apareceu à porta do jardim, em Santa Teresa.

- Depois do almoço, que acabou às duas horas, estive arranjando uns papéis. Mas não é tão tarde assim, continuou Rubião, vendo o relógio; são quatro horas e meia.

- Sempre é tarde para os amigos, replicou Sofia, em ar de censura."
Machado de Assis, Quincas Borba,

Fonte: http://www.algosobre.com.br/redacao/discurso-direto-e-indireto.html

Discurso indireto livre: Esse tipo de citação exige muita atenção do leitor, porque a fala do personagem não é destacada pelas aspas, nem introduzida por verbo dicendi ou travessão. A fala surge de repente, no meio da narração, como se fossem palavras do narrador. Mas, na verdade, são as palavras do personagem, que surgem como atrevidas, sem avisar a ninguém.


Exemplo: Carolina já não sabia o que fazer. Estava desesperada, com a fome encarrapitada. Que fome! Que faço? Mas parecia que uma luz existia…

A fala da personagem – em negrito, para que você possa enxergá-la – não foi destacada. Cabe ao leitor atento a sua identificação.

Fonte: http://falabonito.wordpress.com/2006/12/13/narracao-discursos-direto-indireto-e-indireto-livre/

1. Estrutura Narrativa
PAR Um romance, uma novela, um conto ou um simples fato narrado caracterizam-se por uma sucessão de eventos, de uma situação inicial a uma situação final. Essa progressão é marcada por acontecimentos, fatos ou imprevistos (= peripécias). Assim, temos:
PAR Os três momentos da transformação
- Situação Inicial: Justifica, na maioria das vezes, o desencadeamento da (s) ação (ões)
­ Progressão = transformação (ões) que ocorre (m) da situação inicial à situação final.
­ Peripécias = incidentes; imprevistos; transformações.
­ Episódios = momentos sucessivos de uma narrativa, geralmente marcados por uma peripécia dominante.
- Enredo =Seqüência de fatos
­ Ação (ões) Perturbadora (s): Incidente (s) que subverte (m) a ordem estabelecida.
­ Ação (ões) Modificadora (s): Seqüência de mudanças; trocas.
­ Ação (ões) De Desenlace: Solução ou retorno à ordem aparente.
- Situação Final

2. Foco narrativo

PAR O foco narrativo (ou ponto de vista) designa a perspectiva adotada pelo narrador para contar a história. Pode ser externo, interno ou onisciente.
­ - O ponto de vista externo caracteriza uma narrativa objetiva, feita por um observador “de fora”, que não conhece nem o pensamento, nem o passado das personagens. Ele exprime uma visão incompleta.
­ - O ponto de vista interno caracteriza uma visão dos acontecimentos de uma das personagens da história. Exprime uma visão parcial, subjetiva.
­ - No ponto de vista onisciente, os fatos são apresentados por um narrador que conhece todos os fatos e pensamentos das personagens. Exprime uma visão global.

3. Personagens
­ - FunçõesPAR Quanto à função que desempenham na narrativa, as personagens podem ser:
PAR - Protagonista: personagem central, sobre a qual recai o interesse da narrativa.
PAR - Antagonista: elemento ou pessoa que cria o clima de tensão, opondo-se ao protagonista.
PAR - Personagens secundárias: personagens sem grande importância na narrativa, também chamadas de coadjuvantes.
PAR - Narrador: aquele que conta a história. Quando a focalização é interna, pode ser uma personagem secundária, o protagonista ou antagonista.
PAR Observação: pode haver mais de um protagonista ou mais de um antagonista numa mesma narrativa.

­ - Caracterização

PAR Conforme o modo como são caracterizadas, as personagens classificam-se em:
PAR - Indivíduo: personagem que possui características pessoais marcantes, que acentuam a sua individualidade.
PAR - Caricatura: apresenta um desenvolvimento exagerado dos traços da sua personalidade.
PAR - Típica: representante de um grupo social, nacional, regional, profissional, etc.

­ - Evolução das personagens
PAR Quanto à evolução, as personagens se apresentam como:
PAR - Planas ou estacionárias: não mudam no decorrer da narrativa.
PAR - Esféricas ou evolutivas: vão sendo definidas no decorrer da narrativa, evoluindo e, algumas vezes, surpreendendo o leitor.

­ - Apresentação das personagens

PAR Para apresentar as personagens, o narrador pode valer-se dos seguintes métodos:
PAR - Implícito ou indireto: a personagem vai se revelando por índices da narrativa, através de deduções do leitor.
PAR - Explícito ou direto: a personagem é revelada diretamente, por meio de descrições e comentários feitos por outra personagem ou narrador.

4. Narração e FicçãoPAR Em uma narrativa, convém distinguir a ficção (aquilo que é contado) da narração (o ato narrativo, a maneira de contar uma história).
PAR O ato narrativo pode situar-se antes, durante ou depois dos fatos relatados.